12 de agosto de 2014

Resenha: Travessia

Autor: Ally Condie
Editora: Suma de letras
Edição: 1/2012
Número de Páginas: 280

Em busca de um futuro que pode não existir e tendo que decidir com quem compartilhá-lo, a jornada de Cassia às Províncias Exteriores em busca de Ky – levado pela Sociedade para uma morte certa –, mas descobre que ele escapou, deixando uma série de pistas pelo caminho. A busca de Cassia a leva a questionar o que é mais importante para ela, mesmo quando vislumbra um diferente tipo de vida além das fronteiras. Mas, à medida que Cassia tem certeza sobre o seu futuro com Ky, um convite para uma rebelião, uma inesperada traição e uma visita surpresa de Xander – que pode ter a chave para revolta e, ainda, para o coração de Cassia – mudam o jogo mais uma vez. Nada é como o esperado em relação à Sociedade, onde ilusão e traição fazem um caminho ainda mais confuso.

Sinceramente não entendo o problema dessa trilogia, os mesmos problemas que eu havia encontrado no primeiro livro Destino, voltam a acontecer  na continuação, então vamos a eles:

1-      Cassia continua sendo insuportavelmente a heroína ingênua e sentimental que não está nem aí pra os problemas que o livro apresenta, seu maior dilema é: com quem ela irá ficar no final?Xander ou Ky?

2-      Acho que esse livro serviu para destruir o conceito de alguns personagens apresentados em Destino, algumas delas até legais como foi com Xander que pareceu ser mais do que sabíamos, mas um personagem importante se mostrou mesquinho, egoísta e enfadonho que no caso seria Ky, ele se tornou um chato de galocha que até agora tento entender a quê ele veio ao mundo...

3-      A narrativa devagar quase parando... Vou poupar os detalhes aqui para não dizer que a autora tinha uma história de um livro só e encheu linguiça pra dar três, ops... Falei!

4-      Quem é o grande vilão, o que ele quer e onde nossos medíocres protagonistas entram nessa pastelada toda?

Não posso negar que a trama tem seus momentos agradáveis, começando pelos coadjuvantes que se mostraram mais profundos e trabalhados do que os protagonistas, além da Sociedade que até agora eu acho que foi a única coisa que a Ally acertou!


“Não entre docemente naquela boa noite,
A velhice deve arder e delirar ao fim do seu dia;Revolte-se, revolte-se contra o apagar da luz."




Nota: (2)



Nenhum comentário:

Postar um comentário