4 de fevereiro de 2014

Resenha: Diários do Vampiro/ Meia-noite

Autor: L.J. Smith
Editora: Record
Edição: 1/2012
Número de Páginas: 400

Elena conseguiu resgatar Stefan da terrível prisão em que ele se encontrava, mas de volta à Fell’s Church, ele está tão enfraquecido que mesmo o poderoso sangue da amada parece incapaz de devolver suas forças. Já Damon é alvo de uma magia muito poderosa, que o transforma em humano. Disposto a tudo para recuperar seu antigo poder, ele não hesita em enganar os amigos para conseguir o que quer, e nada vai impedi-lo de voltar à Dimensão das Trevas. Enquanto isso, o plano dos demônios kitsune enfim chega ao seu ápice e parece impossível conter o avanço da Última Meia-Noite.


O tão aguardado final da trilogia O Retorno de Diários do Vampiro empolga, mas deixa a desejar no final!  Acho que escrevi uma frase muito dura para um começo de resenha, mas “pelas barbas do profeta”, agora entendo porque L.J. Smith foi demitida pela editora na escrita dos livros vindouros.  Tudo isso, pelo simples fato de transformar o tão aguardado clímax, em algo completamente morno, sem empolgação.

Em Meia-Noite, começamos exatamente onde “Almas Sombrias” terminou: Damon humano, Stefan se recuperando da prisão, e Elena e companhia tentando proteger o único lugar seguro de Fell’s Church, o pensionato da Srª Flowers.  Não vou revelar muito da trama, pois acontecem muitas coisas, mas o primordial, que veio sendo prometido desde o primeiro livro da trilogia O Retorno, a grande batalha entre os Kitsunes e os protagonistas é o grande balde de água fria que eu citei lá no comecinho da resenha. Não sei que “Diabos” a autora estava pensando, mas deixou uma leve sensação de estar perdida, durante a leitura ficou notável que a batalha final não era o grande enfoque do livro, apesar do título sugerir, mas quase todos os capítulos ficam a mercê do triangulo, quadrado, amoroso.

Aliás, essa “melação” toda, foi responsável por me deixar tentando a desistir da leitura, mas persisti, afinal de contas era “Diários do Vampiro”, conhecido por tramas envolventes, com pitadas de sadismo. Ok, confesso que valeu a pena insistir, do meio pro fim, a coisa muda. E são algumas dessas coisas que acontecem quase no fim, que ainda me fazem ter bons olhos com o livro. L. J. Smith é uma gênia da fantasia, Deus sabe onde ela tira taaanta criatividade para criar suas criaturas fantásticas. Mas no final decepciona de novo...

Chega de novela Mexicana!  A tia está achando que é Jesus Cristo, ressuscita todo mundo, uma vez acontecer isso, tudo bem, mas toda vez que um infeliz morrer ela querer ressuscitar... Deixa a pessoa morrer em paz.

Apesar dos altos e baixos, o universo de Diários do Vampiro é gigantesco, e em Meia-Noite temos um grande Easter Egg, sobre a próxima aventura de Stelena e friends... É empolgante imaginar o que está por vir, agora resta esperar se vale toda essa empolgação.


Nota: (3) 

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